quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Considerações sobre não saber o que considerar

Por que as coisas acontecem se não podem dar certo?

O que de fato podemos chamar de dar certo?

As coisas surgem como um sonho e às vezes também como um sonho elas simplesmente acabam.

O fato de sonhos terem um fim nunca nós impediu de sonhar novamente ou associar aquele momento magico de semi-perfeição com a arte de sonhar. Em outras palavras não é ruim porque acaba é ruim porque é bom demais pra durar pra sempre.

Talvez amar não seja descobrir que quer passa o resto da vida com alguém, mas sim perceber que não consegue pensar na sua vida sem ela.

Talvez o amor não seja algo que precisa ser dito para que ele exista quem sabe o simples fato de algo ai dentro bater mais depressa sirva muito bem como prova material de que algo exista, que existia ou existira.

O brilho dos olhos nunca mente. Não antes de mentir pra si mesmo.

Por mais quanto tempo alguém pode convencer seu coração que a vida é uma ilusão?

Eu já renunciei o que eu queria muitas vezes. Cansei! De todos os pecados que carregarei pela vida o único que não pesará mais na minha consciência é o de não ter tentando.

Minha cabeça não é a sua.

Meus problemas não são os seus.

Eu mal sei se o que você quer e o que de fato eu quero.

Mas não aceito pensar nas coisas como uma ilusão.

Eu não quero ouvir que não pode ser de verdade.

Era real demais para ser um sonho.

Era seguro demais para ser um pesadelo.

Era constante demais para ser uma simples sensação.

Era gostoso demais para ser proibido.

Era forte demais para resistimos.

Era bonito demais para ser um erro.

Era complexo demais para ser entendido.

Era presente demais para ser esquecido.

Era bom demais pra dar certo.

Era perfeito demais para não ser tentado

Era sincero demais pra não ser amor.